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20 de fevereiro de 2026 2 min de leitura

Vitória da Conquista e Salvador registram primeiros casos de Mpox na Bahia em 2026

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou nesta quinta-feira (19) a confirmação de dois casos de Mpox na Bahia. Um deles foi identific...

Por Roberto
Publicado em 20 de fevereiro de 2026 Atualizado em 20 de fevereiro de 2026
Vitória da Conquista e Salvador registram primeiros casos de Mpox na Bahia em 2026

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou nesta quinta-feira (19) a confirmação de dois casos de Mpox na Bahia. Um deles foi identificado em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. O outro envolve um visitante procedente de Osasco, que está sob acompanhamento médico em Salvador.

Segundo a pasta, a paciente atendida em Vitória da Conquista não mora no município. Ela procurou assistência no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), apresenta evolução clínica satisfatória e permanece em isolamento, conforme orientações médicas. Já o turista paulista recebeu atendimento em uma unidade de saúde da capital baiana e segue sendo monitorado.

O que é a Mpox?

A Mpox é uma infecção viral pertencente à mesma família da varíola. A transmissão ocorre, principalmente, pelo contato direto com lesões na pele de uma pessoa infectada. Também pode acontecer por meio do compartilhamento de objetos de uso pessoal, como roupas e toalhas, além do contato com secreções contaminadas.

Entre os sintomas mais comuns estão febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço e inchaço dos gânglios linfáticos (ínguas). A manifestação mais característica da doença são as erupções cutâneas, que costumam surgir inicialmente no rosto e depois se espalhar para outras partes do corpo, como mãos e pés.

Ainda não há um medicamento específico para eliminar o vírus. O tratamento é voltado para o alívio dos sintomas e a prevenção de complicações nas lesões. O paciente deve permanecer isolado até que todas as crostas das feridas se desprendam e a pele esteja completamente cicatrizada — processo que pode durar de duas a quatro semanas.

Além dos casos confirmados, a Sesab investiga outras duas notificações suspeitas. Três registros anteriores já foram descartados após exames laboratoriais. A secretaria também destacou que, até o momento, não há qualquer vínculo entre os casos confirmados e o período do carnaval.

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